
competição internacional de longas
Suite Dreams
Felipe Abramovictz, Luna Alkalay, Isabella Chrisostomo, Alfredo Suppia
Brasil · 1h 13'
Sessões

“Suite Dreams”, três episódios ambientados em quartos de hotéis que concentram camadas históricas, sociais e simbólicas do Brasil. No Hotel Riazor (RJ), a ação se passa na noite de 24 de agosto de 1954, diante das janelas do Palácio do Catete — quando entrar para a história pode significar sair da vida. Madeira Palace (SP), conhecido hotel de encontros para a prática de chemsex no centro de São Paulo recebe personagem imerso em delírio e confinamento, confrontado com sua própria duplicação. Livremente inspirado em Campos de Carvalho. No Hotel Glória (RJ) a ascensão de um novo ícone imobiliário — porque até fantasmas são obrigados a se atualizar.
- Direção
- Felipe Abramovictz, Luna Alkalay, Isabella Chrisostomo, Alfredo Suppia
- País
- Brasil
- Duração
- 1h 13'
Direção
Felipe Abramovictz, Luna Alkalay, Isabella Chrisostomo, Alfredo Suppia
LUNA ALKALAY trabalha com linguagem audiovisual desde 1969 e é diretora da MaDaM Editora. Dirigiu e roteirizou o curta-metragem “Sangria” (1972) e foi responsável pelo roteiro e co-direção dos curtas “Arrasta a Bandeira Colorida” (1970), “Lacrimosa” (1970) e “Ladeiras de Salvador” (1975). Roteirizou, produziu e dirigiu os longas-metragens “Cristais de Sangue” (1974-1975), “Estados Unidos do Brasil” (2004) e “Trópico de Leão” (2024). Recebeu prêmios de roteiro da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo pelos argumentos “Por Trás das Câmeras” e “Planeta Luz”. É autora do livro “Minha Mãe Inventada” e também atuou na edição de “Sheila Mann – A Culinária do Líbano a Israel”, “Vi como Cego Vê” e “Cinema É Sonho”.
FELIPE ABRAMOVICTZ dirigiu os longas “As Imagens de Aury” (2017) e “Valsa de Julho” (2019), e curtas como “Cartas à memória” (2015), “Onde se vê dia, veja-se noite” (2020), “A Luta Livre de Um Cineasta” (2024) e “A Vênus de Cetim” (2025). Doutorando em Multimeios pela Unicamp, é mestre em Comunicação Audiovisual e graduado em Comunicação e Multimeios. Dedica-se à pesquisa, memória e preservação audiovisual, com projetos sobre Expedito Lima, Juan A. Siringo, Otoniel Santos Pereira, Laurie Gane, Antônio Garcia, Marcos Bertoni e Pedro Merege, que resultaram em mostras realizadas em instituições como a Cinemateca Brasileira. Também organizou mostras dedicadas a André Luiz Oliveira e Luna Alkalay. É diretor de fotografia e co-roteirista do longa “Trópico de Leão” e coordenou o restauro de “Cristais de Sangue” (1974-1975). Autor dos livros “Cinema É Sonho” e “As Fatias de Pão”.
ALFREDO SUPPIA é Professor Associado do Departamento de Multimeios, Cinema e Comunicação da Unicamp, onde atua na graduação e na pós-graduação em Multimeios e no Doutorado em Ciências Sociais. É doutor e livre-docente em áreas relacionadas à história e teoria do cinema e possui experiência em produção audiovisual. Crítico de cinema, pesquisa as relações entre cinema, ficção científica e tecnologia. Autor dos livros “A Metrópole Replicante: Construindo um Diálogo entre Metropolis e Blade Runner” e “Atmosfera Rarefeita: A Ficção Científica no Cinema Brasileiro”, e organizador de “Cinema(s) Independentes: Cartografias para um Fenômeno Audiovisual Global”, “Zelimir Zilnik e a Black Wave”, “Cartografias para a ficção científica mundial: cinema e literatura” e “Red Alert: Marxist Approaches to Science Fiction Cinema”, este último em parceria com Ewa Mazierska.
ISABELLA CHRISTOSTOMO é comunicóloga, realizadora audiovisual e diretora de arte brasileira, formada pela Universidade de Brasília (UnB). Atua no desenvolvimento de projetos audiovisuais autorais e institucionais, com experiência em roteiro, direção de arte, motion design, fotografia e edição. Seu trabalho investiga as relações entre estética, narrativa e experimentação de linguagem no audiovisual. Também desenvolve projetos que transitam entre cinema experimental, ilustração e pesquisa visual. Atualmente é pós-graduanda em Criação para Audiovisual pela FAAP, aprofundando seus estudos em linguagem cinematográfica e processos criativos. Seu interesse artístico se concentra em narrativas híbridas e na exploração de formatos experimentais.



